E chegamos em um dia chato. Não digo chato, mas sabe aquele dia em que não te aconteceu nada de mais mas mesmo assim você queria que alguém te fizesse algo de errado só pra você olhar pra cara da pessoa e xingar tudo o que você pudesse... Sim, é hoje, e eu estou assim (:
Hoje até que foi um bom dia, ensinei meus avós a mexer no computador. Foi até legal. E fiquei feliz em ver que meu avô conseguiu entender algumas coisas. Só minha avó que conseguiu fujir da aula e preferiu uma particular em outro dia. Pelo menos pude dar mais atenção pro Seu Zéé.
Hoje também foi um dia em que, por mim, nem ligaria o computador, diferente de todos os outros dias, que ligo, nem que seja pra ver o que acontece no mundo. Mas acabei ligando pra resolver umas coisas que eu estava empurrando com a barriga... E ver se acho algo que faça com que meu avô entenda melhor esse mundo computadorizado.
Minha vontade pra escrever um blog pra mim, sobre minhas opiniões, continua latente, mas eu sempre penso que é melhor não, pois parar pra escrever vai me consumir tempo, o que, nesse ano, não vou poder gastar com besteiras.
Ahh e ontem o Oscar foi magestoso, com todo aquele brilho e toda aquela Anne Hathaway. "Lixo Extraordinário" não faturou e o pior disso é saber que o cara acreditava que poderia ganhar... Deve ter doído... Enfim, hoje também seria ótimo ter um bom cobertor, uma casa vazia, uma chuva gostosa, e um bom Discurso do Rei ou um grande Cisne Negro pra se deliciar...
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Que sentimento é esse??
Será que é amor
Esse sentimento que acelera meu coração?
O que é Amor?
Ficar acordada
Pensando na pessoa amada,
Pensando como será o amanhã...
Querer a todo momento
Sentir o sabor do beijo,
O beijo apaixonado
Que é aprovado pelo amor.
Não parar de escrever poesias apaixonadas
Que falam de sonhos a dois.
Desejos de estar ao lado
Daquela pessoa especial...
Se tudo isso tem alguma coisa
Com o amor,
Acho que posso declarar...
Minha vontade é de gritar pra todo mundo ouvir.
s2
Esse sentimento que acelera meu coração?
O que é Amor?
Ficar acordada
Pensando na pessoa amada,
Pensando como será o amanhã...
Querer a todo momento
Sentir o sabor do beijo,
O beijo apaixonado
Que é aprovado pelo amor.
Não parar de escrever poesias apaixonadas
Que falam de sonhos a dois.
Desejos de estar ao lado
Daquela pessoa especial...
Se tudo isso tem alguma coisa
Com o amor,
Acho que posso declarar...
Minha vontade é de gritar pra todo mundo ouvir.
s2
Signos
Os Signos Mudaram agora não sou mais câncer, ganhei um irmão e sou GÊMEOS.
E você qual signo é??
Alguém aqui perdeu a virgindade?? rsrs
Beijos e abraços a todos ´:)~
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Lembranças, propósitos...
Talvez eu ainda insista em teimar sobre o verdadeiro propósito da existência, a verdadeira razão para continuarmos a árdua caminhada da vida. Quem sabe seja pelas tantas adversidades encontradas mundo afora, injustiças, negatividades. Mas são nos lampejos do dia-a-dia que percebo que de nada valem tanta correria, tanto estresse, pois isso não nos leva a local algum. São nesses repentinos momentos que passo a dar valor ao verdadeiro valor de se viver.
Quanto vale um sorriso? Não preciso de gargalhadas, não preciso de tapinhas nas costas, apenas singelos sorrisos. Quanto isso vale? Sabe, talvez uma bela bolsa, uma bela camisa, possa encher nossos olhos de uma falsa felicidade, um bem estar motivado pela verdadeira ganância, mas quanto isso dura, isso realmente te coloca pra cima?
Hoje, depois de tanto tempo longe das lousas e carteiras de uma sala de aula, posso dizer que a saudade me consome aos poucos, e me transforma numa pessoa menos feliz. O tempo me tirou aquilo que me era mais precioso, e sinto na pele a dor que isso me causa. Talvez, para você que lê este texto, não seja tão gracioso um singelo sorriso, e que isso não intervenha na sua vidinha isolada, mas é a mais pura verdade dizer que um abraço, um carinho a mais, revigora um coração moído pela saudade.
Bobagens, conversas, tolices de jovens que não se comprometiam tanto com a vida, tempos de alegrias, de satisfações. Agora, nada mais me resta a não ser sair por ai, a procura de novas experiências, de um povo que mal me quer como companhia. Não, as ligações, as poucas conversas, não sustentam amizade, apenas nos fazem lembrar de dias de descontração. E sim, estávamos enganados sobre quase tudo o que nos esperava.
O mundo lá de fora é o mundo a que agora pertencemos, e ele não se importa com nossos sentimentos, nossas sensações. Não há espaço para as bobagens, conversas e tolices, apenas para a sistematização de um trabalho remunerado. Um sorriso, hoje, nos custa caro, não nos dão mais por livre e espontânea vontade. As coisas teimam em voltar ao seu rumo. E eu sei que isso não durará para sempre, que mais tarde encontraremos outros pares, trios, grupos, que nos trarão alguma felicidade parecida a que sentíamos antes, mas a dor é desconfortável, realmente machuca.
Talvez eu ainda insista em teimar sobre o verdadeiro propósito da existência, a verdadeira razão para continuarmos a árdua caminhada da vida. Mas são nos lampejos do dia-a-dia que percebo que são os abraços que nos dão força, os sorrisos que nos dão alegria, e os amigos que nos dão o sentido de olhar para trás e perceber que nossa história foi marcada por pessoas que nos transformaram no que somos hoje: vitoriosos.
Talvez eu ainda insista em teimar em amar meus amigos...
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Assuntos diversos
É acho que faz um tempinho que não visito esse Blog.
Queria Dizer que a colação e o baile foi bom demais, como é bom rever os bons amigos, que saudade que eu estava. Amizade como a nossa provavelmente nunca mais irei ter.
Bom, comecei a faculdade, faz um tempinho, Semana passada (07 de fevereiro), gostei bastante do curso, na minha sala tem 50 pessoas, tudo mulheres e um homem, pois é vai ser difícil de lidar. Ja foram marcadas as provas de algumas matérias e também alguns eventos. é bem legal porém é cansativo e olha que ainda esta na segunda semana, mas isso é questão de costume, e isso com um tempo eu vou adquirir (Espero).
Aiai hoje estou estranha sei la, um pouco triste, revendo meus conceitos, os meus pensamentos estão embaralhados e meu coração esta confuso. Não sei o que fazer da vida, não sei mais dos meus sentimentos, não sei de mais nada. Pensava que o que eu sentia era uma coisa, porém estou achando que é outra ou não, sei la. O que eu faço??
Tem outra coisa também, preciso de um emprego, por que eu necessito de pelo menos ajudar meu pai a pagar a faculdade, pois estou me sentindo mau ao ver meu pai se "matando" de trabalhar para pagar meus estudos enquanto eu literalmente não faço nada.
Ontem me ligaram de uma empresa la da quarta divisão, para um vaga de recepcionista em uma empresa de la, porem para ir pra la preciso de duas passagens, uma para ir pra Ribeirão e depois para ir pra Quarta divisão, resultado eles falaram que não dava para pagar 2 passagens, me deu xau, e eu pensei meu Deus nada da certo, sempre tem uma pedra no meu caminho.
Ai Jesus me de uma luz, pois é tudo que eu preciso!
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Do you wanna dance?
Ontem, no baile, foi demais. No começo, de quebra, já ganho um presente maravilhoso da Stella *--* A caixa já era um grande presente já, de começo. Mas, dentro, vinha a Carta de Compromisso, a Certidão de Nascimento, o RG e o Passaporte Corinthiano, além de uma camisa linda. Isso é que é presente hein KKK.
Stella estava linda também! Aliás, todas as meninas estavam magníficas, de vestidos exuberantes, parecendo princesas. Os meninos, bom, estavam daquele jeito.
Diego, amigão, me acompanhando em todas, desde a muvuca lá na frente até as coreografias do Jeferson, que também dançou demais. Saimos todos perdendo uns 10 quilos, de tanto que a gente suou.
Tia Vilma Regina também estava lá, e dançou até o chão KKK. Daisy, Gerson, Miguel e Arlene completavam o time de professores.
Foi demais mesmo hein gente. Dançamos de tudo um pouco, pulamos mais que tudo. Minha família se divertindo demais também, só nas coreografias.
Teve uma hora que não aguentei, tirei o sapato, terno, gravata, e dancei assim mesmo. O que valia mesmo era a alegria da gente.
O que espero mesmo é que essa alegria, essa amizade e esse companheirismo, jamais se apague. Espero que essa confiança que temos um no outro não seja ofuscada por uns ou outros.
Espero que... continuemos sendo essa Grande Família.
Stella estava linda também! Aliás, todas as meninas estavam magníficas, de vestidos exuberantes, parecendo princesas. Os meninos, bom, estavam daquele jeito.
Diego, amigão, me acompanhando em todas, desde a muvuca lá na frente até as coreografias do Jeferson, que também dançou demais. Saimos todos perdendo uns 10 quilos, de tanto que a gente suou.
Tia Vilma Regina também estava lá, e dançou até o chão KKK. Daisy, Gerson, Miguel e Arlene completavam o time de professores.
Foi demais mesmo hein gente. Dançamos de tudo um pouco, pulamos mais que tudo. Minha família se divertindo demais também, só nas coreografias.
Teve uma hora que não aguentei, tirei o sapato, terno, gravata, e dancei assim mesmo. O que valia mesmo era a alegria da gente.
O que espero mesmo é que essa alegria, essa amizade e esse companheirismo, jamais se apague. Espero que essa confiança que temos um no outro não seja ofuscada por uns ou outros.
Espero que... continuemos sendo essa Grande Família.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Tão simples, tão mágicas
A magia de uma cerimônia, muito mais que eu poderia imaginar.
A emoção vista nos olhos de cada um, no sorriso de cada rosto, e nas palmas no final de cada conquista. Não era apenas uma cerimônia, mas uma vitória. Nossas cadeiras eram nossos lugares no pódio da vida. Subimos, subimos e vencemos, pelo menos nossa primeira etapa.
Palavras, eram apenas palavras que saiam de minha boca, seca, sedenta por água, mas todos enxergaram a emoção, o sentimento, que eu gostaria de passar. Isso já é uma enorme vitória.
E depois eram apenas imagens, com transições simples, mas que tiraram lágrimas daqueles olhos, de tantos olhos.
Mas nada foi melhor que abraçar quem me trouxe ao mundo, abraçar quem mais sentiu a emoção que tanto quis passar. Nada foi melhor que enxergar a face molhada pelo orgulho, encharcada pela satisfação. Afinal, a família é quem mais nos motiva, nos inspira.
E com simples palavras, simples imagens, simples feições de agradecimento, que foi, sob o brilhantismo de uma chuva tão satisfatória, que encerramos uma etapa em nossa vida. Agora sim, formados.
A emoção vista nos olhos de cada um, no sorriso de cada rosto, e nas palmas no final de cada conquista. Não era apenas uma cerimônia, mas uma vitória. Nossas cadeiras eram nossos lugares no pódio da vida. Subimos, subimos e vencemos, pelo menos nossa primeira etapa.
Palavras, eram apenas palavras que saiam de minha boca, seca, sedenta por água, mas todos enxergaram a emoção, o sentimento, que eu gostaria de passar. Isso já é uma enorme vitória.
E depois eram apenas imagens, com transições simples, mas que tiraram lágrimas daqueles olhos, de tantos olhos.
Mas nada foi melhor que abraçar quem me trouxe ao mundo, abraçar quem mais sentiu a emoção que tanto quis passar. Nada foi melhor que enxergar a face molhada pelo orgulho, encharcada pela satisfação. Afinal, a família é quem mais nos motiva, nos inspira.
E com simples palavras, simples imagens, simples feições de agradecimento, que foi, sob o brilhantismo de uma chuva tão satisfatória, que encerramos uma etapa em nossa vida. Agora sim, formados.
Quanto vale sua história? - Discurso da Formatura
por Vinícius Cordeiro
.
Eram cinco e meia da manhã, e o sono ainda fazia parte dos meus olhos, que recusavam se abrir. O relógio, vilão de todas as horas, assombrava os compromissos, e a vontade era vencida pela necessidade. Todos esses dias da minha vida, em que tive que acordar cedo, eu me perguntava: afinal, porque eu estou fazendo isso? Mas mesmo sob questionamentos, eu sabia, lá no fundo, que um dia a recompensa chegaria.
Alguns preferiam o aperto do ônibus, outros, a subida árdua, outros davam sorte e ganhavam carona, mas tudo para enfrentar algumas horas de estudo. E eu me perguntava: porque é que eu estou fazendo isso? Mas permanecia subindo, e subindo, até chegar à escola.
Os dias se passaram, meses, anos, até que os acontecimentos viraram rotina, e o cansaço dava lugar a outro sentimento, a recompensa. Mesmo o sono ainda me assombrado às cinco e meia, o relógio gritando e a árdua subida castigando, chegar à escola e encontrar um sorriso e um abraço, logo pela manhã, talvez fosse a melhor das recompensas.
Hoje, sentimos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos. Dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim... Do companheirismo vivido...
Hoje, percebemos que o relógio não era tão ruim assim, que a subida poderia até ser um pouco menos desgastante que parecia, e que algumas horas de estudo não fazia mal a ninguém. E percebemos que, enquanto reclamávamos de tantas minúsculas coisas, não percebíamos o que realmente faz nossa vida fazer sentido. Amigos, amores, irmãos de convívio.
Os tantos anos que passamos naquela escola foram tão ricos, não apenas pelo simples fato de aprendermos as lições, toda aquela teoria. Mas aprendemos a prática, aprendemos a viver. Entramos no Dom com o mais ingênuo dos pensamentos e saímos com uma bagagem imensa de ideais e opiniões sobre os mais variados temas. Vivemos tanta coisa boa, tantas situações engraçadas. É difícil largar tudo isso, abandonar uma vida criada aos poucos, amizades conquistadas, tudo praticamente jogado pro passado.
E o tempo, quer a gente queira ou não, passará sem dó ou piedade, deixando para trás um presente agora inalcançável. Um dia, quem sabe, remexendo nas coisas do passado, nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: Quem são aquelas pessoas? E isso vai doer tanto. Eram meus amigos. E só então, só depois de termos nos perdido no tempo, que veremos como era gostoso rir das besteiras da vida, como era bom andar por aqueles corredores, e bagunçar um pouco aquela escola. Só então perceberemos que são as simplicidades da vida que realmente fazem tudo valer a pena.
Nesses tantos anos de estudo, aprendemos que a lousa não é o melhor lugar para se deixar uma cola de prova, aprendemos que jamais se deve subestimar o poder de um pombo, mas acima de tudo, aprendemos o valor da amizade. Aprendemos que, por mais adversidades que esse mundo tenha, o poder de um abraço amigo numa hora de aflição é infinitamente incomparável. Por isso eu tenho a certeza de que a adolescência foi a melhor época que eu já vivi.
E se algum dia alguém me perguntar: quanto vale sua história? Eu irei responder, como toda a certeza do mundo: Minha história, não tem preço.
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Eram cinco e meia da manhã, e o sono ainda fazia parte dos meus olhos, que recusavam se abrir. O relógio, vilão de todas as horas, assombrava os compromissos, e a vontade era vencida pela necessidade. Todos esses dias da minha vida, em que tive que acordar cedo, eu me perguntava: afinal, porque eu estou fazendo isso? Mas mesmo sob questionamentos, eu sabia, lá no fundo, que um dia a recompensa chegaria.
Alguns preferiam o aperto do ônibus, outros, a subida árdua, outros davam sorte e ganhavam carona, mas tudo para enfrentar algumas horas de estudo. E eu me perguntava: porque é que eu estou fazendo isso? Mas permanecia subindo, e subindo, até chegar à escola.
Os dias se passaram, meses, anos, até que os acontecimentos viraram rotina, e o cansaço dava lugar a outro sentimento, a recompensa. Mesmo o sono ainda me assombrado às cinco e meia, o relógio gritando e a árdua subida castigando, chegar à escola e encontrar um sorriso e um abraço, logo pela manhã, talvez fosse a melhor das recompensas.
Hoje, sentimos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos. Dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim... Do companheirismo vivido...
Hoje, percebemos que o relógio não era tão ruim assim, que a subida poderia até ser um pouco menos desgastante que parecia, e que algumas horas de estudo não fazia mal a ninguém. E percebemos que, enquanto reclamávamos de tantas minúsculas coisas, não percebíamos o que realmente faz nossa vida fazer sentido. Amigos, amores, irmãos de convívio.
Os tantos anos que passamos naquela escola foram tão ricos, não apenas pelo simples fato de aprendermos as lições, toda aquela teoria. Mas aprendemos a prática, aprendemos a viver. Entramos no Dom com o mais ingênuo dos pensamentos e saímos com uma bagagem imensa de ideais e opiniões sobre os mais variados temas. Vivemos tanta coisa boa, tantas situações engraçadas. É difícil largar tudo isso, abandonar uma vida criada aos poucos, amizades conquistadas, tudo praticamente jogado pro passado.
E o tempo, quer a gente queira ou não, passará sem dó ou piedade, deixando para trás um presente agora inalcançável. Um dia, quem sabe, remexendo nas coisas do passado, nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: Quem são aquelas pessoas? E isso vai doer tanto. Eram meus amigos. E só então, só depois de termos nos perdido no tempo, que veremos como era gostoso rir das besteiras da vida, como era bom andar por aqueles corredores, e bagunçar um pouco aquela escola. Só então perceberemos que são as simplicidades da vida que realmente fazem tudo valer a pena.
Nesses tantos anos de estudo, aprendemos que a lousa não é o melhor lugar para se deixar uma cola de prova, aprendemos que jamais se deve subestimar o poder de um pombo, mas acima de tudo, aprendemos o valor da amizade. Aprendemos que, por mais adversidades que esse mundo tenha, o poder de um abraço amigo numa hora de aflição é infinitamente incomparável. Por isso eu tenho a certeza de que a adolescência foi a melhor época que eu já vivi.
E se algum dia alguém me perguntar: quanto vale sua história? Eu irei responder, como toda a certeza do mundo: Minha história, não tem preço.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Excepcionalidades
Hoje realmente tinha tudo pra ser um dia normal. Mas foi um dia, digamos, fora do que acredito que seja comum.
A começar pela minha reação. Eu, realmente, estou muito preguiçoso, desinteressado por tudo, e isso acabava desapontando meus pais, e jamais era o que eu queria. Acordar, de um dia pro outro, com certeza não é o que acontecerá na minha vida, mas sair desse estágio aos poucos é o mínimo que tenho a fazer. E 'A Procura da Felicidade' me mostrou uma coisa que realmente me chamou a atenção:
- Se você quer alguma coisa, corra atrás.
Parece uma frase tão comum, mas foi com ela que refleti sobre tudo, e vi que continuar do mesmo jeito não era o melhor a se fazer. Enfim, liguei pra quem tinha que ligar (pelo menos o que achei que tinha), pensei no que tinha que pensar, e pelo menos por um dia, dispensei o que tinha que dispensar.
Depois disso, também aconteceu outra coisa. Pra quem não sabe, to jogando umas bolinhas no fim do dia (na verdade, chutando a bola na parede e esperando que ela volte pra tentar fazer alguma coisa...) e minha irmã às vezes aparece pra jogarmos juntos.
Hoje, como um dia atípico, como já mencionado, eu pensei em parar, porque já estava cansado e blablabla, mas acabei ficando, tava legal, eu tava chutando forte, a bola voltando legal pra mim, até que... Isso mesmo... Cano estourado ¬¬.
O ruim é que foi o cano do meu tio, então a consciência pesou legal. Molhou as roupas dele, e tal, mas graças ao Senhor que ele não é desses que esbraveja, acabou passando uma colinha e pronto. Pelo menos acho que ficou pronto, o negócio é esperar a cola secar e ver no que dá.
Por fim, logicamente pedi desculpas, e ele me disse: "Ah, põe na conta do Abreu... Se ele não pagar, nem eu".
Ah, e estou mega ansioso pra quinta! Tá chegando! Amanhã, vamos buscar a beca e os convites na escola.
A começar pela minha reação. Eu, realmente, estou muito preguiçoso, desinteressado por tudo, e isso acabava desapontando meus pais, e jamais era o que eu queria. Acordar, de um dia pro outro, com certeza não é o que acontecerá na minha vida, mas sair desse estágio aos poucos é o mínimo que tenho a fazer. E 'A Procura da Felicidade' me mostrou uma coisa que realmente me chamou a atenção:
- Se você quer alguma coisa, corra atrás.
Parece uma frase tão comum, mas foi com ela que refleti sobre tudo, e vi que continuar do mesmo jeito não era o melhor a se fazer. Enfim, liguei pra quem tinha que ligar (pelo menos o que achei que tinha), pensei no que tinha que pensar, e pelo menos por um dia, dispensei o que tinha que dispensar.
Depois disso, também aconteceu outra coisa. Pra quem não sabe, to jogando umas bolinhas no fim do dia (na verdade, chutando a bola na parede e esperando que ela volte pra tentar fazer alguma coisa...) e minha irmã às vezes aparece pra jogarmos juntos.
Hoje, como um dia atípico, como já mencionado, eu pensei em parar, porque já estava cansado e blablabla, mas acabei ficando, tava legal, eu tava chutando forte, a bola voltando legal pra mim, até que... Isso mesmo... Cano estourado ¬¬.
O ruim é que foi o cano do meu tio, então a consciência pesou legal. Molhou as roupas dele, e tal, mas graças ao Senhor que ele não é desses que esbraveja, acabou passando uma colinha e pronto. Pelo menos acho que ficou pronto, o negócio é esperar a cola secar e ver no que dá.
Por fim, logicamente pedi desculpas, e ele me disse: "Ah, põe na conta do Abreu... Se ele não pagar, nem eu".
Ah, e estou mega ansioso pra quinta! Tá chegando! Amanhã, vamos buscar a beca e os convites na escola.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Últimos detalhes...
Hoje foi um dia agitado. Comecei em jejum, pra fazer exame de sangue. Ai, na hora da agulha, já fiquei conversando com a enfermeira, que por sinal era bem legalzinha. Depois, sempre tem aquela copa, onde a gente come aquelas bolachinhas de maizena e talz: a minha estava mucha, mas enfim.
Depois fomos ver meu terno, pra adequar a gravata à cor da querida e bela Stella. Fiquei bonito, o Aragão disse que iria pra Sampa ver se achava uma camisa que melhor se encaixaria, ficou tudo bem, e saimos, felizes, no calor.
Depois fomos pra Mauá, e compramos um belo sapatênis pra mim. E vocês, que me conhecem, devem saber que é horrível achar tênis e sapato pra mim: meu pé é bem chatinho. Mas achamos, um bem legal. E enquanto provava o bendido sapatênis, adivinha quem me liga:
- Alô Vinicius, é a Stella. Então, sabe aquele vestido... não vai dar aquela cor. Vai ter que ser a outra que eu tinha falado mesmo.
Enfim, só um parênteses, a Stella já trocou umas quatro vezes a cor do vestido dela. Depois disso, voltamos no Aragão,que por sorte não tinha ido pra Sampa, e já adequamos meu figurino ao vestido da moça.
Fiquei bOnito (:
Agora também de cabelo cortadinho, todo sexy, vou ficar show pra formatura hein pessoas.
E espero que todos vocês também fiquei demais. Quero boas fotos KK
Um bom final de semana pra esse povo que não posta nada aqui, mas tá valendo. Inté, sejam felizes.
Depois fomos ver meu terno, pra adequar a gravata à cor da querida e bela Stella. Fiquei bonito, o Aragão disse que iria pra Sampa ver se achava uma camisa que melhor se encaixaria, ficou tudo bem, e saimos, felizes, no calor.
Depois fomos pra Mauá, e compramos um belo sapatênis pra mim. E vocês, que me conhecem, devem saber que é horrível achar tênis e sapato pra mim: meu pé é bem chatinho. Mas achamos, um bem legal. E enquanto provava o bendido sapatênis, adivinha quem me liga:
- Alô Vinicius, é a Stella. Então, sabe aquele vestido... não vai dar aquela cor. Vai ter que ser a outra que eu tinha falado mesmo.
Enfim, só um parênteses, a Stella já trocou umas quatro vezes a cor do vestido dela. Depois disso, voltamos no Aragão,que por sorte não tinha ido pra Sampa, e já adequamos meu figurino ao vestido da moça.
Fiquei bOnito (:
Agora também de cabelo cortadinho, todo sexy, vou ficar show pra formatura hein pessoas.
E espero que todos vocês também fiquei demais. Quero boas fotos KK
Um bom final de semana pra esse povo que não posta nada aqui, mas tá valendo. Inté, sejam felizes.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Corinthians fanfarrão...
Sabe... só to aqui mesmo pra dizer que esse negócio de Libertadores já está ficando chato hein...
E não adianta ficar inventando desculpa, dizendo que é apenas mais uma competição como as outras.
O Corinthians, se quisesse mesmo, nem precisaria estar nessa Pré-Libertadores, isso porque se fosse competente pra vencer o Brasileirão do ano passado, já tava dentro. Mas não.
O time tá tratando isso como se fosse uma brincadeira, e esquecendo que os torcedores não vão suportar isso por muito tempo.
Quem ainda tinha o argumento de que o Centenário não tinha acabado, enfim, já acabou. A Libertadores continuará sendo um sonho para nós, até que um time sério, que não precise de "carinhas famosas" pra se dar bem, jogue com responsabilidade e honre de verdade a camisa do Timão.
Enfim... Tolima... pelo menos terão algo pra contar pros filhos deles ¬¬
E nem a queda pra segunda divisão teve esse gosto tão amargo...
Se você não acompanha Libertadores, fica aqui uma dica.
E não adianta ficar inventando desculpa, dizendo que é apenas mais uma competição como as outras.
O Corinthians, se quisesse mesmo, nem precisaria estar nessa Pré-Libertadores, isso porque se fosse competente pra vencer o Brasileirão do ano passado, já tava dentro. Mas não.
O time tá tratando isso como se fosse uma brincadeira, e esquecendo que os torcedores não vão suportar isso por muito tempo.
Quem ainda tinha o argumento de que o Centenário não tinha acabado, enfim, já acabou. A Libertadores continuará sendo um sonho para nós, até que um time sério, que não precise de "carinhas famosas" pra se dar bem, jogue com responsabilidade e honre de verdade a camisa do Timão.
Enfim... Tolima... pelo menos terão algo pra contar pros filhos deles ¬¬
E nem a queda pra segunda divisão teve esse gosto tão amargo...
Se você não acompanha Libertadores, fica aqui uma dica.
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