Natal. Sabe, quem leva a sério a questão familiar que essa data tem, com certeza tem boas chances de ter um bom dia, boas lembranças. O Natal levado a sério é uma época gostosa, de relembrar as coisas que aconteceram durante todo o ano e passar uma noite, uma tarde com a família.
Nada de brigas, nada de bobagens. Todas essas coisas são eventualidades facilmente ultrapassadas. Natal é tempo de alegria e felicidade. Os pratos tem um sabor mais intenso, as risadas são mais gostosas, os assuntos brotam do nada, a família é muito mais feliz. E nesse Natal não foi diferente pra mim.
Passei a data lá em Jundiaí, só felicidade (e um calor insuportável... não sei como as pessoas vivem lá!). Mas se você parar bem pra pensar, não é só Natal que tem toda essa magia, e sim o nosso coração que coincidentemente fica mais bobo em dezembro.
O ruim da gente é que somos feitos de areia, pedras e cimento, com um pouquinho de água, sempre se reforçando pra não ser mole demais. Mas qual o problema de acrescentar um pouco a mais de água nessa mistura. Você não precisa ser tão petrificado pra demonstrar esse 'profissionalismo', esse 'machismo' que você tanto procura.
Carinho não mata ninguém, e felicidade também não. Seja feliz, 'extravase' e deixe essa carcaça de bicho feio pra trás. Eu aprendi e aprendo todos os dias que uma vida alegre não faz mal a ninguém.
Se as pessoas fossem menos duronas, mais 'familia', com certeza o mundo não ia ser muito diferente. Seria Natal todo dia.
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